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Semana John Green: Dia 5 - A Nerdfighteria


   Hey, você que acompanhou a Semana John Green!
   Nós, 20 blogs, mostramos nossa união e força causadas por um amor comum: John Green. Nos esforçamos, relemos trechos dos livros, abrimos nosso coração (principalmente no post de ontem D':), explicamos o quanto o João Verde e suas obras são awesome e... não parou por aí! Apesar de hoje ser o último dia da #SemanaJohnGreen, continuaremos unidos. Isso porque somos nerdfighters e nerdfighters sempre ajudam um ao outro.
   Nerdfighter? MASOQ? '-' 
   O Nem Um Pouco Épico fez um post awesome sobre o que significa ser um nerdfighter, se liga lá. ;)



   Basicamente, os nerdfighters são pessoas que ao invés de serem feitas de tecidos e células, são feitas de awesome e tem como maior objetivo lutar contra o World Suck (ou As Coisas Ruins do Mundo). A Nerdfighteria foi criada pelos irmãos Hank e John Green, que convenceram milhões de pessoas de awesomeness através dos vídeos que eles mantêm no canal VlogBrothers. Nós, nerdfighters, somos super-heróis disfarçados de nerds, escondidos por trás dos livros, se divertindo com os vídeos dos irmãos Green. 


John e Hank *-*

    Para se tornar um nerdfighter, basta apenas querer ser um! A intenção dessa comunidade é justamente integrar todas as pessoas, sejam elas como forem. A concentração acontece no grupo dos Nerdfighters BR no facebook. Ninguém se sente sozinho lá! Logo quando você chega, é super bem recepcionado, então corre! 
   A Nerdfighteria brasileira foi responsável por trazer o livro "Quem é Você, Alasca?" para o Brasil. A galera praticamente pressionou algumas editoras para que a publicação do livro funcionasse. FUNCIONOU! \o/ Fora a grande ação de lançamento de A Culpa é das Estrelas que foi um sucesso e, agora, a semana do #TeoremaJohnGreen.  
   O João comentou sobre como somos incríveis e tudo o mais nesse vídeo. *-*



   Ah, temos também um sinal de mãos secreto ou quase isso. 

 

   Temos uma saudação.


   E nossa awesomeness afetou até o Paulo Coelho.


  Essa Semana John Green vai deixar muitas saudades. ): Maaaas... Tem livro novo vindo aí, gente, não esquenta. *-* 


   Se você ainda não leu nenhum livro do John ou não viu nenhum vídeo dos irmãos Green, vai ficar de fora da experiência mais incrível que existe. Junte-se a nós!
   Quanto a promoção do pi...


   Gente, que coisa incrível vocês são! Fiquei humilhada com a criatividade de vocês. ): Juro, se eu tivesse tantos kits para sortear quanto os blogs principais da promoção, premiaria a todos. Vocês merecem! Mas só tenho um, então tenho que decidir isso. D:
   Gostei de todos. Sério! Mas o kit de O Teorema Katherine vai ficar com...

Lara Aguiar \o/

   "Cativada antes de avistar ele, incrivelmente boba ficava. Ele, com enorme humor, integridade, gentileza, inconveniência... Coração bobo, carente. Hoje desaba faminto berrando. Foste dia comum, cético... Hoje coração bate gostando, implorando, exigindo. Jeito bizarro, honesto, humilhante de amar. Ingrato, garoto artificial fazia-se inalcançável. Cada imortal integral cálido grito embaraçadamente apaixonado jogado erraticamente, humilhado. Brincava jeitoso introduzindo garantia da imensidão da dor. Então inofensiva bem calma juntou-se gerando harmonia, armadilha fabricada de jeito fadonho. Balançado. Horrorizado. Fez-se bicho. Já heroína: impede habilmente. Fez bem. Homem jovem, crescido, descobre hematoma. Bem... era coração destruído. Bastou a amar. Garanto já: felicidade germinou!"

   Parabéns, Lara. *-* Muito obrigada por sua participação e pela participação de todos os outros. Queria presentear todos vocês. ): 


   Anyway... Muito obrigada você também que acompanhou toda a semana, que se dignou a ler os posts dos blogs participantes, que teve paciência com esse bando de nerdfighters em euforia. Muito obrigada todos vocês e - nunca esqueçam - DON'T FORGET TO BE AWESOME. :')



Semana John Green: Dia 3 - João Verde


   Esse é o ser awesome que me fez chorar vários dias com seus livros incríveis. É o maluco que cria personagens tão lindos e obras tão profundas que parece até que ele está me lendo e não contrário. É o carinha que me fez enxergar os pequenos infinitos que me rodeiam, que me fez perceber que alguns infinitos são maiores que outros e para pensar bem sobre as marcas que eu quero deixar no mundo, pois a maioria delas tem uma grande chance de serem cicatrizes.


    Na real...

  
   Mas como não vou fazer isso, já que "os meus pensamentos são estrelas que não consigo arrumar em constelações", então vou mostrar um pouquinho dos livros dele. Citações que me marcaram bastante, que fizeram a diferença no meu pequeno infinito pois "os livros pertencem aos seus leitores". 

Here we go... <3



"Eu estou apaixonado por você e não quero me negar o simples prazer de compartilhar algo verdadeiro. Eu estou apaixonado por você, e sei que o amor é um grito no vácuo, e que o esquecimento é inevitável, e que estamos, todos nós, condenados ao fim, e que haverá um dia em que tudo o que fizermos voltará ao pó, e sei que o Sol vai engolir a única Terra para chamar de nossa, e eu estou apaixonado por você."

"Alguns infinitos são maiores que outros."

"Meu livro favorito era, de longe, “Uma aflição imperial”, mas eu não gostava de falar dele. Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam. E aí tem livros como “Uma aflição imperial”, do qual você não consegue falar – livros tão especiais e raros e seus que fazer propaganda da sua adoração por eles parece traição."

"Sim, eu tenho medo do esquecimento terreno. Mas, quer dizer, não quero parecer meu pai nem minha mãe falando, mas acredito que os seres humanos têm alma, e acredito na manutenção da alma. O medo do esquecimento é outra coisa, o medo de não ser capaz de dar a minha vida em troca de nada. Se você não vive uma vida a serviço de um bem maior,precisa pelo menos morrer uma morte a serviço de um bem maior, sabe? E eu tenho medo de não ter nem uma vida nem uma morte que signifique alguma coisa."

“Enquanto a maré banhava a areia da praia, o Homem das Tulipas Holandês contemplava o oceano:
- Juntadora treplicadora envenenadora ocultadora reveladora. Repare nela subindo e descendo, levando tudo consigo.

- O que é? - Anna perguntou.

- A água - respondeu o holandês. - Bem, e as horas.”

"Não dá para escolher se você vai ou não vai se ferir neste mundo, meu velho, mas é possível escolher quem vai feri-lo. Eu aceito as minhas escolhas."

"Talvez haja alguma coisa que você tem medo de dizer, ou alguém que você tem medo de amar, ou algum lugar que você tem medo de ir. Vai doer. Vai doer porque é importante."

“Qual o sentido de estar vivo se você nem ao menos tenta fazer algo extraordinário? Que estranho acreditar que um Deus lhe deu a vida e, ao mesmo tempo, achar que a vida não espera de você nada mais que ficar vendo TV.”

“Ele só conseguia antever que isso estava por vir, e ali, deitado no chão duro e irregular, com Hassan pressionando demais sua testa, a distância que separava Colin e seus óculos permitiu que ele percebesse qual era o problema: miopia. Ele tinha a vista curta. O futuro jazia a sua frente, inevitável mas invisível.”

“Chorar é algo a mais: é você mais as lágrimas. Mas o sentimento que Colin carregava era um macabro choro ao contrário. Era você menos alguma coisa.”

“Ele gostava de todos os livros, porque adorava o simples ato de ler, a magia de transformar os rabiscos de uma página em palavras dentro da cabeça.”

“Nós, gordinhos, temos um laço afetivo, cara. Somos tipo uma Sociedade Secreta. Temos varios lances que nem passam pela cabeça de vocês. Apertos de mão, danças especiais para gordos, umas cavernas fugging secretas no centro da Terra para onde descemos no meio da noite, quando todos os magros estão dormindo, pra comer bolo, frango assado e altas paradas. Por que acha que a Hollis ainda estâ dormindo? Porque ficamos acordados a noite toda na caverna secreta injetando cobertura de bolo na veia.”

“(…) Ela o amou, e ele também, intensamente. E ainda a amava - ele se pegou brincando com as palavras em sua cabeça enquanto dirigia: Eu te amo, Katherine. O nome parecia diferente quando dito para ela; deixara de ser o nome pelo qual Colin fora, por tanto tempo, obcecado e passara a ser uma palavra que descrevia exclusivamente ela, uma palavra com aroma de lilases, que capturava o azul de seus olhos e o comprimento de seus cílios.”

“E, naquele momento, estava tão frio e tão silencioso… E eu te amava tanto. Agora está calor e muito quieto de novo. E eu ainda te amo.”

“É possível amar muito alguém. Mas o tamanho do seu amor por uma pessoa nunca vai ser páreo para o tamanho da saudade que você vai sentir dela.”

“Aquela sensação de amar e ser amado invadiu seu ser, e ele pôde sentir o gosto da adrenalina no fundo da garganta - e quem sabe não acabou, e quem sabe ele iria poder sentir o toque da mão dela de novo, e ouvir aquela voz alta e aguda se transformando num sussurro na hora de dizer eu-te-amo do jeito rapidinho e baixinho como sempre fizera. Ela falava eu te amo como se fosse um segredo; e um dos grandes.”

“Eu sou… Eu sou um fracasso. E se for só isso? E se, daqui a dez anos, eu estiver sentado num fugging cubículo processando milhares de dados numéricos e decorando estatísticas de beisebol para poder arrasar na liga virtual, e não tiver a Katherine do meu lado, e não fizer nada de significativo, e for simplesmente um desperdício completo?”

“Aí a linha ficou silenciosa, mas não completamente muda. Era quase como se ele estivesse ali no meu quarto comigo, mas de um jeito ainda melhor - como se eu não estivesse no meu quarto e ele, não no dele, mas, em vez disso, estivéssemos juntos numa invisível e tênue terceira dimensão até onde só podíamos ir pelo telefone.”


   Esses são só alguns, entre tantos. Não sei, mas qualquer coisa que eu diga sobre os livros dele vai soar como LEIA LEIA LEIA LEIA LEIA! Porque é exatamente isso que eu quero dizer. Mas enfim... Continue acompanhando a Semana John Green e DON'T FORGET TO BE AWESOME!





Semana John Green: Dia 2 - O Livro

   Vamos continuar nossa jornada no mundo de O Teorema Katherine!
   Ontem eu dei uma introdução sobre o livro (aqui), falei sobre o enredo principal, minha opinião e tudo. Hoje vamos explorar um pouco os sobre os detalhes do livro.

Personagens

   Colin Singleton é um garoto prodígio no qual muitos consideram como gênio, mas que ele discorda totalmente, pois "prodígios conseguem aprender rapidamente o que outras pessoas inventaram; gênios descobrem o que ninguém descobriu. Prodígios aprendem; gênios realizam. A maioria das crianças prodígio nunca se torna um gênio na idade adulta. Colin tinha quase certeza de que fazia parte dessa maioria desafortunada."
   Ele fala fluentemente 11 línguas, tem um cabelo afro-judaico e mania de criar anagramas de qualquer coisa - o que foi até um grande desafio para a tradutora, que teve que rebolar para adaptar os anagramas da melhor forma possível ao nosso idioma. Sua maior ambição é ser alguém importante, deixar uma marca no mundo (alguém notou uma semelhança com Augustus Waters aqui?) e, principalmente, ser importante para Katherine XIX.
   "Qual o sentido de estar vivo se você nem ao menos tenta fazer algo extraordinário? Que estranho acreditar que um Deus lhe deu a vida e, ao mesmo tempo, achar que a vida não espera de você mais do que ficar vendo TV."
  Desde que se lembra de ter algum relacionamento afetivo com alguém, sempre namorou garotas chamadas Katherine. "Não Katies, nem Kats, nem Kitties, nem Cathys, nem Rynns, nem Trinas, nem Kays, nem Kates, nem - Deus o livre - Catherines. K-A-T-H-E-R-I-N-E. Já teve dezenove namoradas. Todas chamadas Katherine. E todas elas - cada uma, individualmente falando - terminaram com ele." Mas K-19 deixou sua marca. Ela foi a primeira a deixá-lo com um pedaço faltando quando o relacionamento dos dois dois chegou ao fim.
Mensagem de K-19 no anuário de Colin. 
   O garoto começa a entrar em decadência quando percebe que seu problema não é "não ser um gênio" ou "não ter o amor de Katherine XIX". "O fato é que, na cabeça de Colin, as duas coisas estavam relacionadas. [...] Colin Singleton, célebre menino prodígio, célebre veterano nos conflitos Katherínicos, célebre nerd e sitzpinkler (mais sobre isso mais tarde), não era importante para Katherine XIX, e não era importante para o mundo. De repente, ele não era mais o namorado de ninguém nem o gênio de ninguém." Agora tudo o que o garoto queria fazer era ficar deitado de barriga para cima com as pernas esparramadas no carpete a lembrar de sua amada -  sua última Katherine, a que mais amou e a que foi embora e levou um pedaço enorme dele, no qual sentiria falta todos os dias.
  "Ele começou  a criar anagramas de "para sempre sua" até que achou um que lhe agradou: se um pesar para. Então ficou deitado ali imaginando se o seu pesar pararia, e repetiu mentalmente a já decorada mensagem, e quis cair no choro, mas em vez disso sentiu apenas uma dor no plexo solar. Chorar é algo a mais: é você mais as lágrimas. Mas o sentimento que Colin carregava era um macabro choro ao contrário. Era você menos alguma coisa. Ele ficou pensando naquela expressão - para sempre - e sentiu uma queimação logo abaixo da caixa torácica. Doía como a pior surra que já tomara. E ele já havia tomado muitas."
  Colin agora só via uma alternativa para tornar-se importante: criar um teorema que mostraria a duração de um relacionamento e quem seria o Terminante.
  Cansado de o ver assim, seu amigo, Hassan, dá uma ideia: uma viagem de carro! Sem destino, sem prazos, sem Katherines. E eles vão. Pegam o Rabecão de Satã (carro do Colin) e se mandam para onde a estrada os levar. 
   Hassan Harbish é filho de árabes, islamita sunita ("Ele não é terrorista!") e o ser mais hilariamente irônico que eu tive a oportunidade de ler. Suas ironias não são acompanhadas com a pretensão maldosa que se vê na maioria dos personagens, mas é, na verdade, uma maneira divertida de expressão que o torna tão especial.
   Apesar de ter sido aceito na faculdade, ele preferiu não se matricular em nenhuma matéria e Colin pega muito no seu pé por esse motivo. Ele é fã da juíza Judy e Jornada nas Estrelas (♥). Costuma falar frequentemente expressões em árabe e alemão e denotar o quanto é legal ser gordinho. 
   “Nós, gordinhos, temos um laço afetivo, cara. Somos tipo uma Sociedade Secreta. Temos vários lances que nem passam na cabeça de vocês. Apertos de mão, danças especiais para gordos, umas cavernas fugging secretas no centro da Terra para onde descemos no meio da noite, quando todos os magros estão dormindo, para comer bolo, frango assado e altas paradas.”
   Hass, assim como eu, respira gordice. Com base nisso fiz um vídeo ilustrando a Sociedade Secreta dos Gordinhos com meus amigos para você sentir um pouco do clima de OTK. Por favor, ignore a má produção. We just did for fun!


   O "cigarro" (de papel) na boca foi apenas para nunca esquecer de Augustus Waters. Um agradecimento ao nossos fornecedores de galeto, Nutella injetável e à minha mãe que fez sua aparição para alegrar o dia! \o/
  Lá no Who's Thanny está rolando uma promoção para você fazer (a) uma história ambientada na caverna secreta da Sociedade Secreta dos Gordinhos e/ou (b) criar um vídeo com danças especiais para gordinhos e apertos de mãos secretos. Se esse vídeo lhe inspirou, RUN! 
   Anyway...




  Enquanto viajavam, Colin atentou para uma placa que dizia "Visite o Túmulo do Arquiduque Francisco Ferdinando - O Cadáver que Deflagrou a Primeira Guerra Mundial". Como estamos falando de um garoto prodígio com uma incansável sede de informações, podemos concluir que essa foi a parada dos rapazes. O túmulo ficava na cidade de Gutshot e a guia era a jovem Lindsey. 
   Linsey Lee Wells é filha de Hollis, dona da fábrica que alimenta Gutshot economicamente. É fluente em alemão, lê a revista Celebrity Living e é namorada de um Colin da cidade (apelidado pelos rapazes de OOC - o outro Colin). É uma personagem que vai se tornando gradativamente interessante, pois, ao contrário dos outros, a essência dela é mostrada com reservas e bem aos poucos. Na verdade, é uma tremenda fraude - ela própria diz isso. Teve um passado emo-punk-gótico e alguns segredos dos quais não se orgulha. 
   "Ela possui o tipo de sorriso largo e matreiro que não lhe deixa opção senão acreditar - só dava vontade de fazê-la feliz para poder continuar vendo aquele sorriso. [...] Aquele sorriso seria capaz de pôr fim a guerras e curar o câncer."
  Juntos, Hassan, Colin e Lindsey vivem um pouco do que a vida lhes reserva naquela pequena cidade do Tenessee e o garoto prodígio, que agora tem a mente muito mais livre, se emprenha na criação do teorema. 


Curiosidades dos Personagens


  • Collin não sabe sussurrar.
- Qual a superfície total, em quilômetros quadrados, do estado do Kansas? - Hassan sussurrou.
- Humm, uns 211.800. Por quê?
- Nada. É que eu acho interessante o fato de você saber isso mas não conseguir encontrar um jeito de falar sem usar as cordas vocais.
  • Colin, aos 10 anos, criou uma frase de 99 palavras na qual a primeira letra de cada uma correspondia ao dígito de pi equivalente (a=1, b=2 etc; j=0). ~aliás, se você conseguir fazer o mesmo, pode ganhar um kit de O Teorema Katherine, look~ 
  • A mãe de Lindsey tem uma mansão totalmente cor-de-rosa, onde a cachorra, Princesa, tem o próprio quarto. 
  • Lindsey mantem com sua mãe um cofrinho onde depositam 25 centavos toda vez que falam palavrão. 
  • Hassan e Colin falam a palavra "Badalhoca" como código para quando um está indo longe demais e assim encerrar o assunto. 
  • Colin ganhou uma competição de crianças prodígio chamada KranialKidz.
  • Para Colin o mundo está dividido em Terminados (os que terminam o relacionamento) x Terminantes (os que são chutados). Ele é, definitivamente, um Terminado. 
  • Na verdade, Colin não gosta de Matemática. (WTF? '-' Nada faz sentido)
  • Colin não conhece a utilidade das cordinhas nos absorventes internos nem sabe contar histórias, mas deseja aprender sânscrito "que é tipo o monte Everest das línguas mortas".
  • O maior defeito de Col é seu egoísmo extremo, assim como o de Lindsey. 

"É possível amar muito alguém, mas o tamanho do seu amor nunca vai ser páreo para o tamanho da saudade que você vai sentir por ela."
   John Green mostra através dos seus personagens que a obra é profundamente psicológica. Acompanhamos o que os personagens são, com seus defeitos e ambições, como também descobrimos o que eles escondem e porque, assim como a razão de eles serem como são. Aprendemos com eles e cada página é uma lição de vida. Impossível não criar conexões com o autor.
  Além do psicológico, são abordadas também MUITAS curiosidades. Sinceramente, esse livro é muito informativo! As notas de rodapé - que contam com o sempre sutil humor do John Green -, assim como as curiosidades espalhadas pelo livro, são incrivelmente interessantes. Vou mostrar para vocês!


Curiosidades presentes no livro


  • Sitzpinkler: "Palavra alemã para "maricas", que significa literalmente "homem que mija sentado". Esses alemães excêntricos... têm sempre uma palavra para tudo."
  • "Não há dúvida de que o arquiduque Francisco Ferdinando foi importante, embora não fosse nem prodígio, nem gênio: seu assassinato deflagrou a Primeira Guerra Mundial - sua morte resultou em 8.528.831 outras.
  • "Fetor hepaticus: um sintoma de estágio avançado de insuficiência hepática. Basicamente, o que acontece é que seu hálito fica com o cheiro de um cadáver em decomposição."
  • Tópicos de pensamentos de Colin: "(1) baguetes, (2) Katherine XIX, (3) o colar de rubis que comprara para ela cinco meses e dezessete dias antes, (4) a maioria dos rubis vem da Índia, que (5) era colônia do Reino Unido, da qual (6) Winston Churchill foi o primeiro-ministro, e (7) não é interessante o fato de vários políticos do bem, como Churchill e Gandhi, eram carecas enquanto (8) vários ditadores do mal, como Hitler, Stalin e Saddam Hussein, usavam bigodes?"
  • Mysterium Tremendum Et Fascinans - uma mistura de medo aterrorizante com fascínio arrebatador, do tipo que dá frio na barriga.
  • Abliguritio - termo em latim que significa "gastar uma enorme quantia de dinheiro com comida". SOCIEDADE SECRETA DOS GORDINHOS! \o/
  • Schadenfreude - Sentir prazer ao ver a dor dos outros.
  • Nikola Tesla, que fez tanto pela eletricidade quanto Thomas Edison, tinha uma fascinação quase romântica pelos pombos. Ele se apaixonou por uma pomba branca em especial. E escreveu sobre ela: "Eu amei aquela pomba. Eu a amei como um homem ama uma mulher."
  • "As abelhas só ferroam uma vez e depois morrem. As vespas, por outro lado, podem ferroar várias vezes. Além disso, as vespas, pelo menos do ponto de vista de Colin, são mais malvadas. Abelhas só querem fazer mel. Vespas querem matar você."
   Bem, essas são só algumas. Se você quer conferir mais do que OTK tem, acompanhe os blogs participantes durante essa semana e nunca, nunca FORGET TO BE AWESOME!