As Vantagens de Ser Invisível é um longa baseado no livro de mesmo título que Stephen Chbosky escreveu e adaptou. Foi estreado em 2012 e conta com Logan Lerman, Emma Watson, Ezra Miller e Nina Dobrev no elenco.
É um filme sensível, dramático, divertido, romântico e que preza pelo valor da família e, principalmente, da amizade.
Sinopse:
Charlie (Logan Lerman) é transferido para uma nova escola e nesta tem muita dificuldades de interagir com os novos colegas. Com os nervos à flor da pele, ele se sente deslocado no ambiente. Seu professor de literatura, no entanto, acredita nele e o vê como um gênio. Mas Charlie continua a pensar pouco de si, até o dia em que dois amigos, Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson), passam a andar com ele.A história é narrada por um adolescente tímido e impopular que descreve a sua vida em uma série de cartas para uma pessoa anônima e explora as fases difíceis da adolescência, incluindo o uso de drogas e sexualidade.
Muito do filme gira em torno do gosto musical dos personagens e dos momentos que viveram escutando a boa música, tanto que um dos momentos mais emocionantes é a cena no fim do filme quando, como Charlie diz, está com as pessoas que mais ama no mundo e nesse momento, ele jura, eles são infinitos (e a música Heroes - David Bowie no fundo).
A trilha sonora, quero que fique bem claro, é P-E-R-F-E-I-T-A. Conta com músicas de David Bowie, The Smiths, New Order, The Samples e vários outros. Contêm músicas que você pode ouvir em qualquer momento e que transmitem uma paz tão grande!
Se você assistiu o filme e se interessou pela trilha sonora, escute novamente aqui:
Ou se quiser o nome das músicas separadamente, aqui estão (minha favorita é Low - Cracker):
E se você ainda não assistiu As Vantagens de Ser Invisível, não perca tempo! Se torne infinito você também. *-*
Em entrevista cedida à MTV News, Marty Bowen e Wyck Godfreyinformaram que o roteiro escrito por Scott Neustadter e Michael H. Weber baseado no livro de John Green foi finalizado. Ainda segundo eles, todos, incluindo o autor, amaram o roteiro. Alguns atores que mostraram interesse em estrelar na adaptação já foram contatados. No momento, eles estão em busca de um diretor.
O romance narra a história dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer – a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.
A Editora Intrínseca publicou A Culpa é das Estrelas no Brasil em julho de 2012. Em março deste ano, a mesma estará publicando O teorema Katherine (An Abundance Of Katherines).
Hey! Como todos sabem, o livro de Stephanie Meyer, A Hospedeira, ganhará uma adaptação para as telonas. As expectativas são muito altas por parte dos fãs, pois todos acreditam que o filme será muito fiel à obra. O lançamento será dia 29.03.13. Enquanto isso, fiquem com a sinopse e o trailer. (: Sinopse: EmThe Host, o planetaTerrapassa a ser invadido por um inimigo despercebido. Oshumanossão transformados em hospedeiros dos invasores, passam a não ter mais sua própriaconsciência, enquanto o corpo permanece igual e a vida prossegue sem qualquer mudança aparente. A maior parte da humanidade não consegue resistir.
Quando Melanie, um dos poucos humanos que ainda não haviam sido capturados, é encontrada, ela tem a certeza de que chegou o fim. Wanderer, a alma invasora a quem o corpo de Melanie é entregue, havia sido avisada sobre o desafio de viver no interior de um humano: emoções avassaladoras, excesso de sentidos, diversas recordações presentes. Mas existe uma dificuldade com que Wanderer não contava: a dona anterior do corpo combate a posse da sua mente.
Hoje foi amplamente divulgada a foto de Bella (como vampira), Renesmee e Edward. Amanhecer — Parte II será lançado em novembro e é um dos filmes mais aguardados do ano.
Bella, por que esperou até ser vampira para se vestir um pouco melhor?
A Warner Bros estará adaptando A Coisa, deStephen King, e o projeto já tem diretor e roteiristas. Cary Fukunagaestará dirigirá o e auxiliará no roteiro juntamente com Chase Palmer.Roy Lee eDan Lin, juntamente com Seth Grahame-Smith e David Katzenberg da KatzSmith Production, estarão produzindo a adaptação.
Publicado na década de 80, A Coisa, assim como A Dança da Morte, é uma das maiores e mais densas obras de King e Fukunaga e Palmer planejam adaptar a obra em dois filmes. A história segue um grupo de crianças chamado Clube dos Perdedores que encontram uma criatura chamada A Coisa, que ataca crianças e cuja forma preferida é a de um palhaço sádico chamado Pennywise. Quando a criatura reaparece, as crianças são convidadas a se reagruparem novamente, desta vez como adultos, mesmo que eles não se lembrem da primeira batalha que tiveram com a criatura.
O livro já havia sido adaptado anteriormente como uma minissérie da ABC em 1990 e em 2009 a Warner adquiriu os direitos tendo a ideia inicial de um único filme.
Desde criança sempre adorei histórias sobre a realeza e ainda continuo amando. Quem não se impressionou com a grandeza do casamento real? Eu achei tudo simplesmente incrível. Porém mais incrível do que isso são os eventos relatados em O Discurso do Rei, desde coroações até guerras. É maravilhoso, e o melhor: foi tudo real!
George VI assumiu um cargo que não era seu: rei da Inglaterra. Após a abdicação do trono por parte do seu irmão, seria ele quem ficaria no lugar do Príncipe Edward. George (apelidado de Bertie) na verdade nunca aspirou à coroa. Desde criança sempre recebeu tratamento diferenciado em comparação ao seu irmão. E como se isso não bastasse, ele também era gago.
Os autores apresentam um flashback desde a infância de Bertie até o ponto onde a história realmente começa: uma visita em nome do Império à Austrália. Todos estavam preocupados quanto a sua gagueira desde o fiasco que fora o discurso em Wembley, então indicaram Logue, professor de fala, ao Príncipe. Me impressionei com a personalidade de Logue.
"Logue insistiu, porém, que não deveriam se encontrar na casa do duque nem em nenhum outro dos prédios reais, mas em seu consultório [...]. Apesar da diferença social entre eles, esses encontros deveriam ocorrer em termos de igualdade — o que significava um relacionamento descontraído, e não um relacionamento do tipo formal, que um príncipe normalmente teria com uma pessoa comum."
Essa exigência se tornou sim crucial para o forte elo que se tornou a amizade dos dois. Com o passar dos anos, Logue treinou o rei para a maioria dos discursos e a amizade ia crescendo cada vez mais.
O que eu mais gostei foi do fato que algumas passagens foram tiradas dos diários dos personagens. Foram situações reais e assim tivemos pontos de vista de pessoas que participaram da história. Além disso há fotos da Família Real e da família Logue, junto com gravuras dos dias mais importantes como a coroação de George VI e fotos da guerra. Lionel Logue foi apenas um súdito comum, mas que mereceu ter sua história contada. O melhor de tudo é que não se trata apenas de uma grande amizade, mas também dos bastidores da monarquia britânica e de grandes acontecimentos no mundo como a Primeira e Segunda Guerras Mundiais e como isso afetava a Família Real.
Infelizmente ainda não tive a oportunidade de ver o filme, mas espero assistir em breve. Segue aí o trailer.
Não tenho palavras para descrever esse livro. É simplesmente incrível em seu objetivo. Perfeito para quem ama História e a realeza, como eu.
Dona Flor e seus dois maridos é uma obra da escola literária Modernismo. O Modernismo, assim como o Barroco, se iniciou nas artes. Sua principal meta era combater a arte tradicional, além de buscar técnicas e meios de expressão capazes de traduzir a nova realidade do século XX. No Brasil o movimento se iniciou a partir da Semana de Arte Moderna, em 1922, onde houve a disseminação dos ideais modernistas. Nesse contexto Jorge Amado escreveu suas obras, contendo traços de ironia, bom-humor, sensualidade e mistura de crenças. Além dessas características, há também uma grande exploração dos acontecimentos e do psicológico dos personagens. Com tanto, há um grande acréscimo de informações, algumas até sendo desnecessárias, mas com sua maneira informal e pessoal de escrever, acaba valendo a pena. Explorando os costumes da sociedade baiana e usando um pouco de descuido formal, Jorge conseguiu conquistar vários tipos de público, tornando-se o segundo autor brasileiro mais traduzido - atrás apenas de Paulo Coelho -, além de ter obras adaptadas para cinema, tv e teatro.
Dona Flor e seus dois maridos é de longe a obra mais conhecida de Jorge. É uma obra cheia de flashbacks onde se conta - principalmente nas primeiras partes - sobre Vadinho, primeiro marido de Dona Flor, que era um esposo ausente, sempre gastando dinheiro com jogo e mulheres, mas mesmo assim um homem adorável e bom, que acabou morrendo enquanto sambava no Carnaval. Depois da morte de Vadinho, Flor - uma honesta professora de culinária - passa a ficar triste, mas voltando à vida normal aos poucos, fechando-se aos homens, até que Teodoro - respeitável farmacêutico - a oferece em casamento. Teodoro, diferente em tudo de Vadinho, traz a paz de volta à vida de Flor. Essa paz não dura muito, pois Flor logo começa a ver o espírito de Vadinho, tentando-a. Flor hesita no começo, mas logo passa a viver em um relacionamento matrimonial triplo. Ao longo da obra há várias metáforas e principalmente mistura de religiões como o catolicismo e o candomblé, quando há uma luta entre os deuses pelo espírito de Vadinho. Dona Flor e seus dois maridos foi uma importante obra literária brasileira, mostrando costumes, valores e crenças de uma sociedade onde há uma intensa mistura de raças e culturas. Essa a sociedade a qual vivemos. Esse é o nosso Brasil!
Desculpem-me pelo tamanho deste post, mas o livro é de certa forma tão complexo que é impossível fazer uma simples resenha dele, sem citar tantas coisas, incluindo a história da autora, mas recomendo muito para os ávidos fãs de romances góticos e clássico.
O livro O Morro dos Ventos Uivantes foi escrito por Emily Jane Brontësob o pseudônimo masculino de Ellis Bell e lançado originalmente em 1947.
Wuthering Heights, apesar de muito criticado na época em que foi lançado, hoje é considerado um clássico da literatura inglesa.
Wuthering Heights
Quando o novo locatário da Granja dos Tordos, Sr. Lockwood, chega em Gimmerton e vai visitar, por cortesia, O Morro dos Ventos Uivantes, onde mora o também proprietário da granja Sr. Heathcliff junto a um rapaz e uma moça logo fica intrigado pela estranha ligação entre estes e, curioso, vai à procura de informações sobre eles.
Enquanto o Sr. Lockwood está doente e de cama ele pede para que a governanta da granja conte-lhe a história do Sr. Heathcliff, e é justamente esta mulher que narra grande parte do livro.
Após uma viagem, o patriarca dos Earnshaw trás consigo um garoto, pequeno órfão que todos julgam cigano, mas cuja procedência é desconhecida. Tanta atenção para Heathcliff deixa Hindley, o filho legítimo, enciumado e após a morte do pai este humilha bastante o bastardo.
Porém Catherine, também legítima, afeiçoa-se por Heathcliff e estes apaixonam-se, mas ele é apenas um homem rude e, apesar desta grande paixão, por incentivo do irmão, ela decide-se casar com o rico Edgar Linton. E, amargurado pelo casamento de Cathy com Edgar, Heathcliff faz uma longa viagem e torna-se um rico cavalheiro.
Catherine fica tão abalada com tantos acontecimentos, e com seus conflitos emocionais que,ao dar a luz a uma filha de Edgar, morre.
Arrasado com a notícia da morte de Catherine, Heathcliff jura vingança àqueles que ajudaram a separá-los.
A partir desta parte a estória conta como Heathcliff vingou-se de Hindlen, estendendo sua vingança para seu filho Hareton; em seus planos doentios até seu próprio filho e a filha de Catherine, de mesmo nome, sofrem bastante.
- É difícil perdoar e olhar para esses olhos e sentir entre as mãos essas mãos definhadas – respondeu ele. – Beije-me uma vez mais, e não me deixe ver os seus olhos! Perdôo-lhe o que você fez. Amo a minha assassina... mas não a sua! Como poderia? (Heathcliff)
...Oh! Deus! Terias tu vontade de viver com tua alma metida num túmulo?
(algumas famosas capas)
Emily Brontë (1818-1848)
"Embora seus
sentimentos pelos que a cercavam fossem benevolentes, relações com eles ela
nunca procurou, nem, com poucas exceções, as experimentou. E mesmo assim ela os
conhecia: sabia seus costumes, sua linguagem, a história de suas famílias;
podia ouvir sobre eles com interesse, e falar deles com detalhes (...); porém,
com eles, raramente trocou uma palavra”
Charlotte
Brontë sobre a irmã Emily Brontë
(Emily Brontë em tela pintada pelo seu irmão Brandwell)
Uma das famílias mais talentosas do século XIX teve uma incrível e trágica história.
Emily foi a quinta dos seis filhos de Patrick Brontë e Maria Branwell, nasceu em Thornton, Yorkshire no dia 30 de Julho de 1818, irmã das também escritoras Charlotte e Anne Brontë.
(Anne, Emily, a sombra de Brandwell e Charlotte,em tela pintada pelo próprio irmão)
Após a morte da mãe, a tia Branwell foi morar junto a eles e as crianças foram mandadas para um colégio interno em Cowan Bridge, onde recebiam um péssimo tratamento, sofrendo de frio, péssima alimentação, além de duros castigos, condições que favoreceram a morte de duas das irmãs, Maria e Elizabeth. Após o falecimento de duas de suas filhas, o pai resolveu levar o restante de seus filhos para casa, deixando-os sobre os cuidados da empregada Taby, que lia estórias para as crianças e posteriormente foi homenageada por Emily em seu livro com a personagem Nelly Dean, a governanta que narra a estória. Durante a estadia na casa do pai as irmãs criavam contos e poemas que eram ilustrados pelo irmão, chamado de Branwell. Porém, logo Charlotte Roe Head e o irmão começou a beber, quando Anne também foi para o colégio, levou consigo Emily, mas, por ser tão tímida, esta não adaptava-se e acabou voltando para casa, e certa vez foi mordida por um cão, o que acabou deformando seu braço permanentemente. Quando Charlotte vai para a Bélgica(e até se apaixona por um homem casado) leva consigo Emily, mas logo depois voltam para Haworth, neste ponto tia Branwell morreu, Taby está doente e Emily fica cada vez mais sozinha. Quando os planos dos irmãos de fundarem uma escola fracassam e Charlotte descobre alguns poemas de Emily, a primeira tem a ideia de publicar seus poemas juntos com os das irmãs. Porém não obtiveram grande sucesso e então cada uma resolve escrever obras separadamente. Charlotte obtém grande sucesso com Jane Eyre, escrito sob o pseudônimo de Currer Bell, seguida por Emily(Ellis Bell) com o sombrio e mal compreendido O Morro dos Ventos Uivantes e, finalmente Anne com Agnes Grey, escrito como Acton Bell. Emily deixou apenas um legado literário em prosa e morreu em 19 de dezembro de 1848, de tuberculose.
Adaptações e Crítica
(Capa da filmagem de 1939)
O Morro dos Ventos Uivantes foi adaptado diversas vezes, primeiramente filmado em 1920. Porém a mais famosa adaptação é a filmagem de 1939 com Laurence Olivier e Merle Oberon, dirigidos por William Wyler. Em 1978 a BBC produziu uma minissérie sobre a obra, que inspirou uma canção interpretada por Kate Bush. E em 2003 a MTV produziu uma versão bem moderna do romance.
Assista o trailer original da versão cinematográfica de 1939
Não posso descrever o quanto gostei de O Morro dos Ventos Uivantes, achei a obra genial e é realmente um dos melhores livros que já li. É um conturbado romance de perfil gótico incrível passado em um cenário sombrio, tenso e misterioso. Uma estória de amor e ódio, vingança e obsessão, extremamente cativante.
Pensei que seria mais um daqueles romances comuns super melosos, mas não, a narrativa é muito bem construída e o romance é, ao mesmo tempo, intenso e controlado. O perfil psicológico dos personagens é muitíssimo bem desenvolvido e sinceramente, eu adorei! É um romance muito romântico e, de certa forma, muito assustador. Fiquei absolutamente sem palavras ao lê-lo e estou igualmente ao tentar transmiti-lo à vocês.
Em uma estória onde vida e morte se confundem, você precisa acreditar em milagres.
Logo no começo, a narrativa conta como a vida de Charlie mudou para sempre. Era apenas uma noite divertida com seu irmão menor, Sam, até que uma tragédia acontece: Charlie bate o carro e ambos morrem. Por isso o título do livro. Começa com morte, tristeza, mas Charlie recebeu uma segunda chance para a vida.
Com Sam morto e uma nova chance, Charlie continua preso em suas mágoas e no seu passado deprimido. Mas há algo novo em sua vida: ele pode se comunicar com espíritos, incluindo seu irmão Sam. O jovem passa a morar e trabalhar no cemitério, preso à uma promessa feita à Sam de que nunca o abandonaria. Durante treze anos Charlie mantem a mesma rotina: trabalho pela manhã e jogo de beisebol com Sam ao por do sol. Será que Charlie está aproveitando sua segunda chance?
Após toda a explicação sobre a situação de Charlie concluída, entra em cena Tessa Carrol — uma velejadora prestes a realizar o sonho de dar a volta ao mundo. Tess entra na vida de Charlie de um modo incomum e logo ambos não podem negar o magnetismo entre eles. Ela é a típica mulher com relacionamentos mal sucedidos que se liberta para o cara misterioso; é um romance clichê, mas os personagens que o compõem são extraordinários.
O romance deles os impõe renuncias. Tessa abrirá mão de um sonho para viver o verdadeiro amor? Charlie abrirá mão da promessa que fez ao seu irmão para aproveitar a segunda vida que lhe foi concedida?
Um dos pontos que me decepcionou foi que o autor "fala demais". Ben sempre coloca fatos que não contribuem em nada no desenvolvimento da estória, além de personagens desnecessários. Além disso, o autor coloca nomes de estabelecimentos, ruas e fatos sobre a cidade que poderiam até dar o efeito de inclusão do leitor na estória, mas não funcionou. E isso aliado a uma narrativa arrastada não deu muito certo. Não que a narrativa seja ruim — alguns trechos são incríveis —, mas é que não prende o leitor tanto quanto deveria. Já vi muitas pessoas que demoraram a ler o livro justamente por isso.
O desfecho tinha tudo para ser bem-sucedido, pois deixou o leitor aberto a imaginar o fim que lhe agradasse, mas essa proeza logo foi arrancada com o epílogo.
A obra ganhou uma versão cinematográfica. Um ponto interessante no filme é que o mistério se mantém até o final, prendendo o telespectador em uma onda de suspense. Zac Efron está incrível no papel de Charlie, mostrando sua versatilidade na atuação. Morte e Vida de Charlie St. Cloud tem momentos tristes e momentos incríveis, além de ter todos as oportunidades para surpreender, mas por fim acabou não funcionando.
Ontem, 23 de março, estreou a adaptação cinematográfica de Jogos Vorazes, baseado na trilogia de livros escritos por Suzanne Collins, o longa metragem fala sobre um futuro distante, onde a população é altamente controlada por um regime autoritário, que faz questão de mostrar tal domínio realizando um evento mortal entre os 12 distritos sob seu comando.
Na 74° edição dos Jogos Vorazes, a irmã caçula de Katniss Everdeen é escolhida para a luta, e para salvar sua vida ela se oferece como tributo feminino do Distrito 12, contando também com a companhia de Peeta Melark, representante masculino do distrito.
Os jogos impõem desafios onde os 24 representantes dos 12 distritos precisam lutar pela sobrevivência, pois no fim, apenas um pode permanecer vivo.
A trama realmente se complica quando Peeta diz ser apaixonado por Katniss, mas, se ambos jogam pela sobrevivência, qual deles permaneceria vivo?
Se você já leu o livro não reclame aqui, pois minha crítica é inteiramente focada na adaptação de The Hunger Games para os cinemas(até porque eu não li os livros da série).
A adaptação de The Hunger Games para os cinemas prometeu deixar a série de Suzanne Colins ainda mais famosa, transformando-a até em mais um fenômeno mundial adolescente, vendido como sucessor de Harry Potter e da Saga Crepúsculo.
Distribuído pela Paris Filmes, dirigido por Gary Ross e inteiramente rodado na Carolina do Norte, a adaptação traz um ótimo elenco, que realmente não decepcionou. Jennifer Lawrence brilha como Katniss, ao lado Josh Hutcherson(Peeta Melark) e Liam Hemsworth(Gale Howthorn). E ainda, Lanny Kravitz surpreende ao interpretar o estilista Cinna(veja foto acima).
Poucas coisas realmente me incomodaram no filme, a começar pela direção de arte que é bem tosca. Certo que toda essa extravagância é para representar a parte rica e tomada pelo consumismo da sociedade, mas, mesmo assim, acho que não era preciso tanto. Veja este exemplo:
Os efeitos especiais também não são dos melhores, mas nada que não seja insuportável. Há partes que deveriam ser bem melhores, mas as coisas boas destas são quase ocultadas pelos efeitos. Exemplos bem claros disso são as chamas presentes em algumas destas cenas, e também o visível aumento por computador do público em cenas que exibem auditórios.
A narrativa temporal também é bem confusa, principalmente quando os jogos começam.
Já as coisas que mais me agradaram foi a maneira como foram dirigidas as cenas de violência. Não ficou nada muito explícito, até porque isto seria um problema com a classificação, mas as expressões de horror dos personagens e a trilha sonora nestas partes deixaram claras todo o drama das cenas.
Ah, quase esqueço de falar que o começo do filme é bem monótono, mas logo a ação e o romance aparecem.
Resumindo tudo: o flime é bom, um grande elenco e é até bem dirigido, apesar de algumas falhas e exageros.
Falar de um livro do Sidney Sheldon é sempre um desafio para mim, mas falar deste é excepcionalmente difícil, mesmo assim vou tentar. Aqui vai!
Jennifer Parker é uma advogada que acaba de realizar um grande sonho: entrar para a promotoria de Manhattan. É o seu primeiro dia de trabalho e ela atuará em um grande caso ao lado do conceituado promotor Robert Di Silva. O que ela não esperava era cair em uma armadilha com um simples canário morto que botaria todo o caso por água abaixo.
Após tudo isso ela é avaliada por Adam Warner, que resolve manter a licença de Jennifer para exercer sua profissão, mas pode ser tarde demais, com a repercussão do caso ela pode ter tido sua carreira destruída. Desiludida, ela pensa em voltar para sua cidade natal, mas seria algo humilhante demais, então ela tenta alugar um pequeno espaço em uma saleta e construir seu próprio escritório, mas ninguém, nenhum cliente aparece e suas esperanças começam a desaparecer novamente. Até que Ken Bailey consegue um emprego temporário para ela, entregando intimações em uma agência. Com o passar do tempo, e uma breve ajuda de Adam Warner, ela consegue reerguer-se, reconstruindo, aos poucos, sua carreira.
Para eu não fazer uma resenha ainda maior, eu vou pular muitos fatos, mas o importante é que,em meio a tudo isso, Jennifer se envolve em um triângulo amoroso, divida entre o bom moço Adam Warner e o ambicioso Michael Moretti, que quase a destruíra uma vez.
Não tem como eu fazer uma resenha perfeita deste livro, é realmente muito difícil, pois, geralmente, em livros deste autor, acontecem várias coisas importantes, que não tem como relacioná-los sem contar a estória toda da obra.
A Ira dos Anjos também foi adaptada pelo roteirista Robert L. Joseph e dirigido por Buzz Kulik nos cinemas. Com um elenco de estrelas como Jaclyn Smith, Ken Howard, Armand Assante, Bill Cobbs, Lois Smith, entre outros. Assista aqui alguns minutos iniciais do filme:
O livro foi considerado uma das obras mais impressionantes do autor, mas, acho melhor eu ser bem sincera e dizer que, para mim, ele tem livros muito melhores. Talvez tenha sido pelo livro envolver mais laços maternos e familiares do que o que eu considero normal para Sheldon e isso o tornou um tanto sentimental demais para mim, e acho que por isso não gostei muito. Mesmo assim mantenho minha opinião em relação
à genialidade do autor e ainda recomendo A Ira dos Anjos, já que todas as pessoas que eu conheço que leram o livro gostaram e eu sou a única do contra.
Há momentos em que desejo fazer o tempo voltar e apagar toda a tristeza, mas eu tenho a sensação de que, se o fizesse, também apagaria a alegria. Assim revivo as memórias da forma como vêm, aceitando todas elas, deixando que me guiem sempre que possível. Isso acontece com mais frequência do que as pessoas percebem.
Um amor para recordar apresenta a velha formúla NicholasSparks: romance incrível, final impossível. Nicholas é conhecido por escrever romances reais - daqueles que podem acontecem com qualquer um - e ao mesmo tempo impressionantes, capazes de arrancar lágrimas até do mais duro coração. Exprimir sentimentos em palavras é uma tarefa árdua, mas Sparks o faz com maestreza.
Narrada em primeira pessoa, a obra mostra a estória de vida de Landon Carter contada pelo mesmo; um jovem razoavelmente popular e que tem como passatempo comer amendoins no cemitério (?). Landon tinha tudo para ter um futuro promissor. Tentando livrar-se das aulas de química, entrou para o clube do teatro, onde conheceu alguém que mudaria sua vida para sempre.
Jamie Sullivan era a filha do pastor da cidade. Amorosa, generosa e humilde - não era capaz de fazer mal a uma mosca. Apesar de ser tão boa, era conhecida mesmo por usar sempre a mesma roupa e carregar sua Bíblia para onde quer que andasse.
Universos diferentes, mundos opostos. Mas quem disse que os planos de Deus não uniriam esses dois corações?
Já perto do baile e sem ninguém para acompanha-lo, Carter se vê dobrar-se à sua única alternativa: chamar Jamie Sullivan.
Além daquela noite, Landon ainda tem aulas de teatro com Jamie, onde é impossível ficar longe da garota, já que ele interpreta o papel principal enquanto ela atua como anjo que se dirige a ele.
Os laços entre os dois se estreitam cada vez mais, acompanhados de mudança de opinião, amadurecimento e, é claro, o amor.
Nicholas sempre aborda assuntos da realidade como a fé que está sempre presente no decorrer da obra. Apesar de parecer um romance clichê, existem várias lições que diferenciam Um Amor para Recordar de qualquer outra obra. Sparks mostra em Jamie como as pessoas são maldosas, julgando apenas a aparência. Já em Landon, o autor mostra como uma vida pode ser transformada pelo poder do amor e da fé. No reverendo Sullivan, pai de Jamie, é bastante notório o amor incondicional à família e à comunidade.
Um livro para rir, chorar, emocionar, amar. Se você não tem vergonha de se emocionar e se curvar ao poder do amor, este livro foi feito para você!
Um amor para recordar ganhou uma adaptação para o cinema, o qual é um dos filmes que mais emocionaram ao redor do mundo. Na maior parte do tempo o filme é bem fiel ao livro, mostrando que não é somente as palavras que emocionam, mas sim a beleza da estória.
Simplicidade. Esta é a marca de Nicholas Sparks. O autor prova que não precisa de extravagâncias para impactar as pessoas; só precisa do simples e mágico poder do amor.
Ação. Coragem. Lealdade. Amor. Eu sou o número quatro, primeiro livro da trilogia Os legados de Lorien, é um majestoso misto de sensações que levam o leitor muito além das páginas.
Narrada em primeira pessoa no presente - o que já a diferencia do trivial - e com frases curtas, a obra conta a estória do Número Quatro, agora com sua nova identidade, John Smith, que é uma das crianças do destruído planeta Lorien.
Com seu planeta invadido pelos Mongadorianos (outra raça alienígena), seus habitantes, os Lorienos, travaram uma sangrenta guerra contra os invasores, ao mesmo passo que protegeram 9 crianças da raça protetora do planeta, chamada Garde, em uma nave fora de sua órbita. Essas crianças, à medida que crescem, desenvolvem seus legados, que são algo como poderes especiais feitos principalmente para a proteção de Lorien.
Com a aniquilação total do planeta e nenhum lar, resolvem fazer morada na Terra junto com seus guardiões - os Cêpans -, sabendo que viverão o resto de suas vidas escondendo-se, pois os Mongadorianos não concluiram sua missão de destruir toda a raça do planeta. Chegando à Terra, se separam, sempre trocando de identidade e precisam ser passados despercebidos. Antes de sua partida um feitiço foi feito para unir as nove crianças. Cada um tem um número e só podem ser mortos em sequência. Todos sentem a morte dos anteriores, pois surgem cicatrizes no corpo dos restantes. 3 morreram. John é o número quatro.
Paradise, Ohio, é uma simples cidade pequena, como tantas outras que Quatro passara. Agora chamado John Smith percebe que sua nova cidade não é tão medíocre quanto imaginou. Agora é seu lar - tudo que sempre quis - e é lá que sua vida mudará para sempre. Lá também é o lar de Sarah Hart, sua paixão. Algo que não seria tão preocupante se os Lorienos não se apaixonassem apenas uma vez na vida, o que dura a vida toda. John se deixará levar pela paixão mesmo enfrentando uma guerra entre mundos que também envolve a aniquilação da Terra? John poderá ter uma vida normal?
Algo que me surpreendeu na narrativa foi o equilíbrio entre o perigo sempre presente e o amor entre os personagens. Não falo apenas do romance entre Sarah e John, mas também do amor entre John e seu Cêpan Henri e lealdade ao seu planeta, sem esquecer do incrível Bernie Kosar e do sempre leal Sam. Na verdade a trama toda gira em torno do amor, o que é algo maravilhoso levando em consideração a genialidade na elaboração da estória, sendo ficção científica. Falando assim até parece que é uma estória bem bobinha, mas não. É uma das obras mais fascinantes que li. Muita ação, aventura e porrada. É perfeito!
Como se não bastasse todos os pontos positivos da obra, o autor usa o codinome Pittacus Lore que na obra é um dos anciãos do planeta Lorien e afirma, no início do livro, que a estória escrita é real, o que dá um toque de mistério e curiosidade logo no início da leitura.
Eu sou o número Quatro teve uma adaptação para cinema feita pela Disney. É boa até, mas não tem o mesmo impacto do livro. Um ponto positivo na adaptação é a incrementação da estória do pai de Sam, que no livro é bem vaga.
Como assisti ao filme antes de ler o livro, demorou um pouco para me animar de verdade com a estória, já que as primeiras 150 páginas são iguais ao filme, portanto não teve nada além do esperado. Mas após essas 150 páginas, um mundo novo lhe é apresentado.
Cenas de ação perfeitas. Lealdade apesar de tudo. Incrível força do amor. A busca de um lar.
Eu sou o número Quatro (tanto livro quanto filme) são obras imperdíveis para você que ama ação com um recheio de romance.
Ah, e nunca se esqueça de ficar atento ao seu vizinho - ele pode ser um alien.
“Não perca a esperança, ainda. Ela é a última coisa que se vai. Quando você a perde, já perdeu tudo. E quando você pensa que está tudo perdido, quando tudo é sinistro e sombrio, sempre há esperança.”
A Guerra dos Tronos é aquele tipo de livro que chama a sua atenção desde a primeira vez que você o vê. Não é para menos, vocês já viram o tamanho do livro?! É bem grande, chama muito a atenção, e a capa então... A capa é absolutamente perfeita, e considerando que eu não costumo julgar um livro pela capa, isso quer dizer muita coisa. Outro aspecto que eu amei nesse livro, é que, tudo é bem organizadinho, bem explicadinho, já que tem a relação de todas as casas, ou famílias, assim você já vai descobrindo quem é quem,(ou quem foi quem) porque o livro faz muitas menções a personagens que já morreram. Também há os mapas, mapas dossete reinos de Westeros,(onde se passa boa parte da estória) o que é extremamente importante, torna o enredo bem real, você se situa. Mas agora, vamos parar de falar das coisas que eu amei (ainda tem muito mais, preparem-se :P) e vamos partir pra resenha.
Após a morte de Jon Arryn, a mão do rei,(braço direito do rei) que acontece em circustâncias muito suspeitas, o rei Robert Baratheon decide viajar até o norte, para Winterfell,(domínio da casa Stark) para oferecer o cargo de mão do rei para seu amigo Eddard Stark. À princípio ele não deseja ir para Porto Real e tornar-se mão do rei mas sua esposa, Catelyn Stark, recebe uma carta da irmã Lysa Arryn,viúva de Jon Arryn, que diz que a morte da mão do rei foi arquitetada pela rainha Cersei Lannister, e toda a família Lannister em si. Eddard Stark decide aceitar o cargo de mão do rei, para assim, investigar a morte de Jon Arryn. Sansa Stark, Arya Stark e Bran Stark deveriam ir juntos com o pai para Porto Real, mas no final, só quem acaba indo são as garotas, porque Bran sofre um "acidente", já que ele viu a rainha Cersei e seu irmão Jaime Lannister em cenas íntimas. Depois de muito tempo desacordado e uma tentativa de homicídio, enquanto ainda estava em coma, Bran acaba sobrevivendo... mas está paraplégico. Sua mãe decide investigar sobre a tentativa de assassinato do filho, as "pistas" indicam para Tyrion Lannister. O filho mais velho de Eddard Stark, Rob Stark, fica em Winterfell, no lugar do pai até que o mesmo volte. O filho bastardo de Lorde Stark, Jon Snow, decide ir para o fim do mundo, juntar-se à Patrulha da Noite, na Muralha. Enquanto isso, na cidade livre de Pentos, os últimos Targaryen,(antiga dinastia de reis dos setesreinos) vivem no exílio, Viserys Targaryen e sua irmã Daenerys Targaryen. Viserys fará de tudo para reconsquistar o trono de ferro, por isso, casa sua irmã com Khal Drogo, rei dos guerreiros nômades dothraki. Ele simplesmente quer trocar sua irmã por uma grande exército de guerreiros destemidos, para assim, conquistar outra vez, o trono de ferro. Será que isso vai dar certo?! Enquanto isso, na Muralha, forças sobrenaturais ameaçam o reino, forças essas que são muito piores do que a guerra iminente. Depois de alguns acontecimentos que eu, obviamente, não vou contar, porque eu quero que você leia esse livro para saber, o rei morre, e como as coisas já estavam bastante caóticas... Com o rei morto, então... A guerra começa. Os Lannister estão no poder agora. Será que os Stark e as outras casas conseguirão vencê-los?! Quem ganhará a guerra dos tronos?
"Quando se joga o jogo dos tronos, ganha-se ou morre. Não existe meio-termo."
Os capítulos do livro são divididos da seguinte maneira, cada capítulo descreve a vida de um dos personages a seguir: Eddard Stark, Jon Snow, Bran Stark, Sansa Stark, Catelyn Stark, Arya Stark, Tyrion Lannister e Daenerys Targaryen. Apenas o prólogo não é contado por um desses personagens. O prólogo é do ponto de vista de Will, um dos homens da Patrulha da Noite.
O fato de o livro ser contado por tantos personagens é, ao mesmo tempo, bom e ruim. Bom, porque você sabe de tudo o que está acontecendo, em todos os lugares da estória, e também porque alguns dos personagens são muito interessantes, Tyrion Lannister, por exemplo. O sarcasmo dele me fez rir demais.
É também ruim, porque, quando você chega quase ao fim do livro, você quer saber o que está acontecendo com os outros, enquanto lê o capítulo de um dos outros personagens. Isso é frustrante, ter que esperar até ler o próximo livro para saber o que aconteceu.
Eu também tenho umas dicas para vocês. Antes de começarem a realmente ler o livro, sugiro que leia primeiro o apêndice, que está localizado no finzinho do livro, e que também dêem uma conferida nos mapas. Assim fica bem mais fácil para vocês reconhecerem os personagens e identificar os lugares. Isso não quer dizer que não vão precisar conferir o mapa e o apêndice durante a leitura do livro... Porque isso vai acontecer frequentemente.
Você, sem dúvida alguma, deve estar super curioso para saber como o livro "termina". A única coisa que eu posso dizer é que o "final" não é decepcionante... mas eu ainda não sei o que acontece no próximo livro da série, estou muito ansiosa para ler A Fúria dos Reis... Não, ansiosa não é palavra certa, eu estou obcecada, isso sim. A Guerra dos Tronos foi o melhor livro que li na minha vida, a estória é absolutamente perfeita... Eu, definitivamente, recomendo. Se você o ler, não vai se arrepender!
Uma série foi feita, baseada no livro. A série chamada de “Game of Thrones” foi produzida pela HBO. Estreou, nos EUA, em 17 de abril de 2011, e fez tanto sucesso que terá uma segunda temporada, que tem lançamento previsto para abril.
O elenco conta com atores como Sean Bean, Emilia Clarke, Mark Addy, Michelle Fairley, Lena Headey, entre outros.
Eu assisti alguns episódios e adorei. Obviamente, o livro é bem melhor, (os livros sempre são melhores que os filmes/séries, é a minha opinião) mas, mesmo assim, vale dar uma conferida.
Confira o trailer da 1° temporada de Game of Thrones :